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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

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Continua a existir a convicção de que filmes muito comerciais (“de pipoca”) não têm qualidade. Alguns não a terão mas entretêm e divertem (não é essa uma das finalidades do cinema?). Outros têm-na. É o caso da fornada da Marvel dos últimos anos. Este novo capítulo dos X-Men mantém a qualidade com ação despretensiosas e personagens ricas. Depois de termos assistido ao início dos X-Men nos anos 70 no filme anterior, vamos agora até aos anos 80 nos quais Xavier (James McAvoy) gere a sua escola para dotados. Dotados como os jovens Jean (Sophie Turner, a Sansa de Game of Thrones) ou Scott “Ciclope” (Tye Sheridan). Outros afastaram-se do projeto. É o caso de Magneto (Michael Fassbender), a tentar viver pacificamente numa vila na Polónia ou de Raven (Jennifer Lawrence), em busca do seu papel no mundo. Mas, o regresso de En Sabah Nur (Oscar Isaac), o primeiro mutante, faz com que todos tenham que juntar forças para salvar a Terra. Nota máxima para a cena em que Quiksilver (Evan Peters) salva os alunos em slow motion.

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PS: Ver Olivia Munn assim já faz valer a pena ver o filme.