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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

Em Henryk Górecki notamos um percurso musical acidentado, indo da mais extremada atonalidade ao que poderia ser identificado como tendência neo-romântica. Partindo da constante utilização do pontilhismo weberiano — somado à fixação quase obsessiva pelos timbres — aos poucos foi se aproximando, nos idos de 1960, de compositores como Luigi Nono, Karlheinz Stockhausen, Krzysztof Penderecki e, principalmente, Pierre Boulez. Em razão disso, suas composições sempre foram (...)
Ainda tenho esta cassete, guardada no pó das outras que já não tocam, ou porque o rádio já não tem entrada para a fita que pára e temos de virar, ou porque as memórias doem e mais vale não ir mexer no baú das recordações. No entanto, porque o Verão me é tão nostálgico, lembrei-me deste álbum de Michael Jackson, e dos Verões que tocava na 125 Azul, com os pés de fora, a ansiedade a saltar do peito, e a alegria absoluta da infância regada às possibilidades de um Verão (...)
20 Dez, 2013

Da saudade

    Dá-me uma gotinha de água   "Fui à fonte beber água, achei um raminho verde. Quem no perdeu tinha amores, Quem no perdeu tinha amores, quem no achou tinha sede!   Dá-me uma gotinha de água, dessa que ouço correr! Entre pedras e pedrinhas, Entre pedras e pedrinhas, alguma gota há-de haver! Alguma gota há-de haver, para molhar a garganta. (...)
15 Nov, 2013

Dia 18

    Segunda-feira será um dia culturalmente interessante. Nessa data, 18 de novembro, chega aos escaparates "Um milionário em Lisboa", segunda parte da obra sobre a vida de Calouste Gulbenkian por José Rodrigues dos Santos. Não digo que seja o melhor escritor português e até sublinho que existem centenas melhores mas, isso não tira o mérito aos seus livros, com (...)
A sonoridade quente, envolvente e profunda, que se mescla com a poderosa e lírica voz de Dani Klein, fazem deste um dos meus discos favoritos. Há na música de Vaya Con Dios um convite ao mergulho em dias cinzentos, chuvosos e tristes, à busca da memória, ao revivalismo. Para mim esta banda belga é tanto de boa música quanto de recordações de outras viagens, de outros hojes lá atrás.
16 Set, 2013

AM

Os Artic Monkeys estão de volta após Suck It And See com AM. Ao quinto disco, os AM dividem-se. Não são os adolescentes enérgicos e quase punks de Whatever People Say I Am, That's What I'm Not (2006) ou Favourite Worst Nightmare (2007) nem os homenzinhos melancólicos de Humbug (2009) e Suck It and See (2011). São uma mescla dos dois, para felicidade dos fãs que (...)