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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

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Depois de três livros que colocaram até hoje os policiais nórdicos (Camilla Lackberg, Asa Larsson, Jo Nesbo, Mons Kalentoft, entre muitos outros) no centro da literatura europeia, Stieg Larsson morreu. Tinha apenas 50 anos e muitos projetos para aventuras futuras de Lisbeth Salander, génio dos computadores com poucas capacidade sociais e de Mikael Blomkvist, o herói do jornalismo sueco.

 

No fim do ano passado, saiu o quarto volume da coleção Millenium. Onze anos depois da morte de Larsson, David Lagercrantz, conhecido por ter escrito a biografia do futebolista Ibrahimovic, escreveu A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha. Fã incondicional dos três primeiros volumes e dos filmes neles baseados corri a comprar este novo tomo. Encalhei na sua leitura várias vezes. Só agora, meses após a compra o leio a bom ritmo.

 

A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha é um bom policial nórdico, quase tão bom como os melhores mas é inevitável sentir que estas personagens não pertencem a este autor. Uma vez que o leitor tome consciência de que este não é um livro de Larsson, poderá apreciar a leitura. Até lá, ficará empacado. A história essa, não desilude. A ler.

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