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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

02 Jan, 2017

Rogue One (2016)

 

Habituados a longas esperas, os fãs de Star Wars podem agora contar com um novo filme por ano. É o efeito Disney, que está aqui para fazer dinheiro, sem que, até agora tenha comprometido a qualidade. Rogue One, não faz parte da história principal mas é essencial para explicar algo que sempre fez confusão. Como é que com poucos tiros, se consegue destruir uma máquina de guerra como a Estrela da Morte?

 

Em Rogue One, conhecemos os Erso. O pai, Galen (Mads Mikkelsen), tentou desligar-se do Império mas foi forçado a regressar ao trabalho e a acabar a tal arma de destruição massiva. O momento em que é obrigado a regressar ao trabalho, é o mesmo em que a filha, Jyn (mais tarde, Felicity Jones), escapa e fica à guarda do rebelde Saw Guerrera (Forest Whitaker). 

 

Adulta, Jyn, junta-se a um curioso grupo de rebeldes, constituído por Cassin (Diego Luna), piloto destemido e seu par romântico; o robot K-2SO (voz de Alan Tudyk), mordaz e a personagem mais engraçada e marcante do filme; Chirrut Imwe (Donnie Yen), uma espécie de Daredevil (cego mas letal) jedi; Baze Malbus (Wen Jiang), amigo brutamontes de Chirrut e Bodhi Rook (Riz Ahmed), que foge do Império com uma mensagem de Galen. Junto, o grupo tem como missão atacar o coração dos opressores e roubar os planos da Estrela da Morte onde Galen escondeu um pequeno defeito.

 

Como brinde, temos a reaparição de Grand Moff Tarkin (versão animada de Peter Cushing, falecido em 1994) e a aparição assustadora de Darth Vader, figura maior do universo Star Wars. A Disney voltou a acertar em cheio, num filme Star Wars cheio de aventura, novas e vibrantes personagens, vários piscares de olho aos fãs mais antigos e muito humor.