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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

 

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Estamos em 1919 em Birmingham, Reino Unido, poucos meses após o fim da I Guerra Mundial. Thomas Shelby (o inigualável Cillian Murphy), olhado e tratado com reverência nas ruas, foi e voltou da guerra, com medalhas e com ela – a guerra – ainda dentro de si. Lugares comuns à parte voltou mas ficou ainda nas trincheiras francesas. Para além da sua condição de ex-combatente, que partilha com a maioria das pessoas do seu bairro pobre, Thomas é o líder dos Peaky Blinders, um bando de criminosos que se distinguem pelas suas boinas com lâminas, sempre a postos para saírem das suas cabeças para a cara de quem lhes faça frente. E muitos fazem. Ora os ciganos Lee, ora a polícia, ora outros bandidos quaisquer, logo espancados sem piedade (arrepiante

 

No meio de crimes menores, uma gloriosa carga de armas chega à posse de Thomas que a resolve guardar. Com medo que tal saque caia nas mãos erradas, como as do IRA, um jovem Churchill (Andy Nyman), envia o polícia durão Campbell (Sam Neill) para pacificar a cidade e recuperar as armas. Como forma de enfraquecer a família Shelby por dentro, Campbell envia a espia Grace (a belíssima Annabelle Wallis) para tentar descobrir mais sobre os negócios escuros e sobretudo sobre o paradeiro das armas. E Grace passa a conhecer a Tia Polly (Helen McCrory) que geriu os negócios quando os sobrinhos estavam a lutar em França; Arthur (Paul Anderson), irmão mais velho mas sem a inteligência de Thomas e John (Joe Cole), irmão mais velho entre os adultos que é tão ingénuo como consegue ser violento.

 

E claro está, a espia apaixona-se pelo bandido que se apaixona de volta, ficando os dois com a visão toldada para as suas missões. Até que ponto, veremos na segunda temporada, ainda não disponível por cá.

 

Uma viagem à Inglaterra do pós-guerra e ao submundo de um crime, com regras mas com violência. A não perder. E sim, os Peaky Blinders existiram mesmo.

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