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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

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Nunca um filme de Tarantino foi chato. Violento, alucinado, disruptivo, inovador, sim. Chato, nunca. Até aqui. Este novo Os Oito Odiados cai, com demasiada frequência no marasmo. Não se ralem. Há diálogos geniais como se espera e tudo acaba, eventualmente, no demente banho de sangue que se espera mas, a sensação de aborrecimento é um facto que não pode ser desprezado. Desta vez, depois de conhecermos o ex-escravo kick-ass Django, conhecemos dois cinquentões, também eles duros, que ganham a vida a apanhar bandidos e a ganhar recompensas com eles. John Ruth (Kurt Russell) vai a caminho de uma terriola para receber 10 mil dólares por Daisy (Jennifer Jason Leigh) parte de um bando de criminosos e encontra pelo caminho, na neve do Wyoming, Marquis Warren (Samuel L. Jackson) que vai para o mesmo sítio, cobrar 8 mil euros por outros criminosos, estes já mortos. Mas o nevão não para de fazer vítimas e antes de chegarem a uma estalagem, ainda recolhem Chris Mannix, que se prepara para receber a estrela de xerife da tal terra que será o seu destino final. Mas, chegados ao local onde se vão proteger do nevão, não encontram Minnie e Sweat Dave, seu donos mas sim Bob (Demian Bichir), Oswaldo Mobray (Tim Roth), Joe Gage (Michael Madsen) e o General Sanders (Bruce Dern). Desde logo, o ambiente fica tenso…

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