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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

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Daniel Silva, ex-jornalista americano, filho de pais portugueses, é um fenómeno da literatura policial. Tem um estilo que prende e vicia, muito ao jeito Dan Brown, mas com maior qualidade na escrita. Invariavelmente, temos Gabriel Allon, espião israelita com talento para restaurador de arte, no centro da narrativa, salvando o mundo dos maiores perigos. O perigo da escrita de Silva e das aventuras de Allon é o perigo da repetição. Mas, lendo espaçadamente, as aventuras sionistas são bastante interessantes e uma forma agradável de passar o tempo. Neste novo “O Espião Inglês”, Allon, à beira de se tornar no chefe máximo dos serviços secretos, alia-se a Christopher Keller, assassino a soldo inglês, com experiência militar, para uma verdadeira caça ao homem. Uma viagem alucinante às feridas provocadas pelo IRA e ao assassinato de um antigo membro da Família Real.

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