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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

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Amaia (Clara Lago) é uma jovem taxista basca que é deixada pelo noivo à beira do casamento. Como consequência, fica com o coração partido, com múltiplas dívidas e com uma vila inteira a falar nas suas costas. Para esquecer tudo isso, vai passar uns dias a Sevilha. É lá que dá de caras com Rafa (Dani Rovira), um galã de meia tijela, de gel no cabelo e sebo na fala. Apesar disso, o álcool faz milagres e os dois envolvem-se.

 

Acordada na casa da Rafa, a basca não demora a evaporar-se e ele, apaixonado da noite para o dia, vai atrás dela, aterrando numa vila basca, sem preparação. A jovem, de pelo na venta, mando-o regressar para onde veio e Rafa, consternado, fuma um cigarro rumo ao autocarro para Sevilha. Sem querer, provoca um incendio e é confundido com um ativista pró-independência. Começa a comédia.

 

Na prisão, a sua lata e umas boas mentiras, fazem-no ganhar a admiração de verdadeiros ativistas antes que, Amaia o resgate e lhe peça que se faça passar pelo seu ex. O tal que a deixou. É que o pai, homem à antiga, com quem teve de relações cortadas (sim, claro, é um equivoco de Rafa que o faz voltar), volta a casa e a jovem, orgulhosa, não quer dar o braço a torcer. E Rafa tenta ser um basco, quando, na verdade, é um andaluz, raça mais odiada pelo fictício sogro. O filme mais visto de sempre em Espanha é uma comédia romântica previsível mas que tem muita piada, tem.