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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

Este foi o meu romance inaugural de Carlos Ruiz Zafón e cativou-me até às últimas linhas, folheadas já de madrugada em Minas Gerais. Foi, portanto, um livro que me acompanhou pelo Atlântico. Intenso, profundo, dramático, comovente. Uma obra obrigatória que nos traz histórias de vida, em diferentes gerações, que se cruzam drasticamente, à medida em que um jovem entra na alma de um livro e do seu autor e se vai tornando, ele mesmo, uma réplica, inclusive física, do mesmo. Livros queimados, amores trágicos, e uma biblioteca misteriosa cheia de livros esquecidos. Recomenda-se, sem dúvida.