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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

House of Cards, cuja segunda série começou a ser transmitida dia 14 nos EUA e dia 15 em Portugal, é a melhor série do momento. Tem alguns dos melhores atores do planeta como Kevin Spacey e Robin Wright e tem uma trama de qualidade superior. Até Barack Obama se confessa fã.

 

House of Cards conta a história do casal Underwood. Frank é um político de carreira; líder da bancada do seu partido em Washington DC e, na primeira série, sente a desilusão de não ser nomeado vice-presidente. Nada que o seu génio maquiavélico não resolva. Frank tudo faz e todos domina até conseguir os seus objectivos. Ninguém lhe sabe fazer frente e os bastidores do poder do país mais poderoso do mundo são-lhe conhecidos. Frank traça a sua rota e quem se meter na frente, acaba maltratado ou morto. Às vezes, literalmente.

 

Frank, apesar de rico, não passa sem os cozinhados de Freddie, que fecha o restaurante cada vez que o poderoso Frank lá vai. Os diálogos entre os dois são dos mais interessantes de toda a série, aproveitando Frank ou apenas os escritores da série, para fazerem metáforas geniais.

 

Já a mulher, Claire, não lhe fica atrás na malvadez e ambição. Dona de uma empresa de sucesso que lidera com punho de aço, não tendo pejo em despedir quem for, por muitos anos de lealdade que tenha, Claire preza a sua carreira mas preza, ainda mais, ser a primeira dama do poder americano.

 

Cheia de guerras de bastidores, inteligentes e bem escritas, House of Cards é uma série imperdível.