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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

 

Ao sétimo filme, a série X-Men continua bem viva e, mais do que isso, está cada vez melhor. Começou com a trilogia original, de 2000 a 2006 e continuou com dois filmes centrados em Wolverine (2009 e 2013). Em 2011, com “First Class”, a série conheceu o seu melhor filme até então. Nesta fita, ficamos a saber como Charles Xavier e Magneto se conheceram e como a sua amizade se tornou na rivalidade essencial para a saga.

 

Agora, neste “Days of Future Past”, Xavier e Magneto aparecem como aliados num futuro não muito distante (2023?) onde os mutantes são perseguidos e assassinados por máquinas de morte denominadas Sentinelas. Criadas nos anos 70, após Mystic assassinar o Dr. Trask, cientista e criador dos Sentinelas originais, estas máquinas absorvem os poderes do mutantes que se preparam para matar, sendo quase impossíveis de aniquilar.

 

À beira da destruição da raça, a pedido de Xavier e Magneto, Wolverine é mandado a 1973 para mudar o rumo dos acontecimentos e evitar a extinção dos mutantes.

 

Com uma boa narrativa, boas interpretações e cenas deliciosas suportadas pelo último grito da tecnologia, este X-Men terá, inevitavelmente, o selo de filme de pipoca vazio mas é um muito interessante exercício de ação. A ver. Sem dúvida.

 

Para 2016, está planeado mais um filme X-Men (há um cheirinho após os longos créditos finais) e para 2017, mais uma aventura a solo de Wolverine.

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