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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

Assassin´s Creed é uma série de videojogos de grande sucesso, na qual, os gamers controlam um ou mais assassinos em diversos periodos históricos, em missões difíceis mas interessantes e gráficos assombrosos. É divertido passar umas horas neste universo. Divertido, é coisa que o filme, agora chegado às salas não é. Uma coisa é certa: dificilmente agradará aos fãs da saga e ainda mais dificilmente converterá os que ainda não o são. Michael Fassbender é Cal, um rebelde sempre em fuga que é condenado à morte após uma vida de pequenos e grandes delitos. Em vez da injeção ser letal, leva-o às garras de uma estranha organização que quer o fim da violência. É aí que Sofia (Marion Cotillard) o apresenta a uma máquina - Animus - que o faz retroceder até à Espanha do Séc. XV e à pele do seu antepassado Aguilar. Nos momentos que passa na máquina, Cal, pelos Assassinos, luta contra os terríveis templários, pela posse da Maçã, uma relíquia que dá ou tira a capacidade de livre arbítrio à humanidade. Salvam-se algumas cenas de batalha na Andaluzia de 1400 e troca o passo. Como raio Fassbender se meteu nisto? E como raio Cotillard, Jeremy Irons, Brendan Gleeson, Charlotte Rampling ou Michael Kenneth Williams se lhe juntaram?