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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

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Stephen Hawking, inglês hoje com 73 anos, nunca foi normal. Até aos 21 anos, era apenas muito mais inteligente do que todos os outros. Nessa idade, descobriu sofrer da Doença de de Lou Gehrig (esclerose lateral amiotrófica, a tal que deu, recentemente palco ao Ice Bucket Challange). A doença que dava-lhe dois anos de vida. Uma das mais brilhantes mentes do nosso tempo, como se sabe, sobrevive até hoje, ultrapassando em 50 anos a previsão. Eddie Redmayne (Os Miseráveis, Birdsong, A Minha Semana com Marilyn, Os Pilares da Terra ou Duas Irmãs, Um Rei) é Stephen num papel que já lhe valeu o Globo de Ouro e lhe valará, provavelmente, o Óscar. Aqui, fala-se de física, claro mas fala-se mais de como Jane, que com ele se casou aos 20 anos se apaixonou por ele e lhe dedicou a vida. Numa interpretação não meu pujante, Felicity Jones faz da mulher que deu três filhos a Stephen e os seus melhores anos de vida, que permitiram que o físico se sentisse amado, bem cuidado e livre para produzir a sua marcante obra. Esta é a história de Jane Hawking. Brilhante à sua maneira.

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