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Broen/Bron

por João Ferreira Dias, em 05.04.14

Produção sueco-dinamarquesa cuja ação decorre entre os dois países, conta-nos a investigação de Martin Rohde e Saga Norén sobre uma série de assassinatos que mexem com a fundação das duas sociedades, os problemas sociais e o interesse policial em função das origens sociais das vítimas. Como toda a produção nórdica, Broen/Bron é de narrativa significativamente lenta mas com uma fotografia forte, com um sentido de realismo vincado e uma atenção aos aspetos psicológicos das personagens, de uma forma profunda que as produções americanas não conseguem alvejar. Ver esta série é um déjà vu da literatura de Mons Kallentoft e Camilla Lackberg.

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Ripper Street

por João Ferreira Dias, em 01.04.14

Com um elenco de qualidade, com um cenário que reconstitui a Londres de finais do séc. XIX de forma extraordinária, esta série com o cunho BBC merece todo o destaque e recomendações. Seis meses após o último homicídio de Jack the Ripper, Whitechapel de 1889, é policiada pela divisão H da polícia londrina, com uma equipa peculiar composta por um determinado Detetive-Inspetor Edmund Reid, um Detetive-Sargento Bennet Drake traumatizado pela guerra e um alcoólico cirurgião do exército americano e antigo agente da Pinkerton, Homer Jackson. 

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True Detective

por Francisco Chaveiro Reis, em 21.02.14

 

True Detective é a série policial a ver. A razão é simples. É estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson, dois dos melhores atores do mundo.

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House of Cards (2013-??)

por Francisco Chaveiro Reis, em 19.02.14

House of Cards, cuja segunda série começou a ser transmitida dia 14 nos EUA e dia 15 em Portugal, é a melhor série do momento. Tem alguns dos melhores atores do planeta como Kevin Spacey e Robin Wright e tem uma trama de qualidade superior. Até Barack Obama se confessa fã.

 

House of Cards conta a história do casal Underwood. Frank é um político de carreira; líder da bancada do seu partido em Washington DC e, na primeira série, sente a desilusão de não ser nomeado vice-presidente. Nada que o seu génio maquiavélico não resolva. Frank tudo faz e todos domina até conseguir os seus objectivos. Ninguém lhe sabe fazer frente e os bastidores do poder do país mais poderoso do mundo são-lhe conhecidos. Frank traça a sua rota e quem se meter na frente, acaba maltratado ou morto. Às vezes, literalmente.

 

Frank, apesar de rico, não passa sem os cozinhados de Freddie, que fecha o restaurante cada vez que o poderoso Frank lá vai. Os diálogos entre os dois são dos mais interessantes de toda a série, aproveitando Frank ou apenas os escritores da série, para fazerem metáforas geniais.

 

Já a mulher, Claire, não lhe fica atrás na malvadez e ambição. Dona de uma empresa de sucesso que lidera com punho de aço, não tendo pejo em despedir quem for, por muitos anos de lealdade que tenha, Claire preza a sua carreira mas preza, ainda mais, ser a primeira dama do poder americano.

 

Cheia de guerras de bastidores, inteligentes e bem escritas, House of Cards é uma série imperdível.

 

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O fim de uma Era (2012)

por Francisco Chaveiro Reis, em 27.01.14

Benedict Cumberbatch (Sherlock, Além da Escuridão ou O Quinto Poder) protagoniza esta mini-série de cinco episódios, como Christopher Tietjens. Um aristocrata inglês, verdadeiro cavalheiro que se deixa "apanhar" por uma oportunista, a esposa infiel e inconstante, Sylvia (Rebecca Hall, a Vicky de Vicky Cristina Barcelona) e, mais tarde se apaixona pela jovem, doce e ativista pelos direitos das mulheres, Valentine (Adelaide Clemens) formando um triângulo amoroso moralmente criticável, sobretudo aos olhos do próprio. No pré I Guerra Mundial (a ação começa em 1908), Tietjens, profudamente conservador, vai resistindo e assitindo, às mudanças da sociedade inglesa (sufragismo, luta de classes e declínio da aristocracia), culminando com o conflito de 1914-1918, que o muda, e ao mundo, para sempre.

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Girls

por Francisco Chaveiro Reis, em 16.01.14

 

Girls é uma das séries mais interessantes do momento. Vai já para a terceira season mas só há poucas semanas comecei a vê-la. A melhor descrição será a de um O Sexo e a Cidade cru. Criado por Lena Dunham (27 anos), que protagoniza a série, Girls conta as desventuras de quatro amigas. Hannah (Dunham) uma escritora falhada, egocêntrica e neurótica que não tem grande pejo em mostrar o seu corpo gordo; Marnie (a líndissima Allison Williams), uma "betinha" que parece não partir um prato; Jessa (Jemima Kirke), uma hippie-chic que coleciona relações falhadas, entre as quais a com o pai e Shoshanna ,como a heroína de Tarantino, (Zozia Mamet) que atravessa a primeira season como virgem. Um excelente exercício de humor negro, atual e urbano.

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Traição

por Francisco Chaveiro Reis, em 15.01.14

O único interesse de Traição é poder olhar fixamente para Hannah Ware. De resto, um história banal de um amor proibido, misturada com os interesses de uma família rica. Ainda assim, que venham muitas temporadas.

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The Following

por João Ferreira Dias, em 15.01.14

"Os Seguidores" poderia ser uma série de culto, um marco na televisão atual, mas não é. E não o é porque há um vazio plástico próprio norte-americano, uma cultura da morte quase banal, com rasgos de grande interpretação. O enfoque no herói que se destaca a meio de uma polícia fraca - o que permite valorizar o mal pelo medianismo e não pela excelência - é demasiado redendor, apesar do inesperado final. Com enorme valorização na IMDB, a The Following falta um toque de classe e de cultura europeia que fizesse destacar os enormes recursos americanos. O pano de fundo, a obra de Edgar Allan Poe, que surge massivamente no início da série vai sendo sucessivamente esquecido para dar ênfase a uma cultura da morte, perdendo aí todo o requinte literário conquistado com o começo da série. Ainda assim de boa qualidade. 

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A Grandeza e a Queda do Império Romano

por Francisco Chaveiro Reis, em 18.12.13

Apesar de ser já de MMVI, só agora vi a série A Grandeza e a Queda do Imprério Romano que se estrou, a 19 de novembro, no canal Odisseia. Apaixonado como sou pelo tema da Roma Antiga, fiquei maravilhado com uma série que terá recorrido aos relatos mais fidedignos da época e terá tido o aval de reputados historiadores. Ao longo de seis episódios de cerca de uma hora, conhecemos a história da Roma, no seu esplendor e, depois a sua queda. Cada episódio se centra num personagem central e numa época específica. Destaque para o Nero de Martin Sheen, ator de topo; para o episódio de Constantino que espalhou o cristianismo pelo mundo ocidental e para o sexto episódio que relata o princípio da queda. Bem escrito, bem interpretado e com boas reconstituições de diálogos e batalhas, é uma série a ver.

Sobre o mesmo tema, nunca é de mais lembrar O Gladiador (2000); Calígula (1979)e a série Rome (2005 a 2007).

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Não percebo

por Francisco Chaveiro Reis, em 13.11.13

 

Confesso que não entendo a evolução de Walking Dead. Nada parece acontecer senão o habitual: os protagonistas matam zombies e uma vez por outra, um zombie mata um protagonista. Ou algo me escapa ou a mestria de Lost não aterrou aqui.

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