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O Voo do Colibri

«O Colibri não é apenas um pássaro qualquer, o seu coração bate 1200 vezes por minuto, bate as suas asas 80 vezes por segundo, se parassem as suas asas de bater, estaria morto em menos de 10 segundos. Não é um pássaro vulgar, é um milagre.»

07 Out, 2013

Rush

Ron Howard, muitas vezes criticado por ser um realizador limitado, por estar atrás de obras como O Código Da Vinci, volta com um grande filme, após ter no currículo, obras como Horizonte Longíquo, Apollo 13, Uma Mente Brilhante ou Frost/Nixon. Em Rush, conta a história da época de 1976 de Fórmula 1, onde o inglês Hunt e o austríasco Lauda se degladiaram até à última corrida.Lauda, campeão em título, ia bem encaminhado para revalidar o título, quando, na Alemanha, Lauda teve um terrível acidente que até hoje o desfigura. Ainda assim, seis semanas depois estava nas pistas, a tempo de disputar o título com Hunt.  James Hunt (Chris Hemsworth de Thor, Os Vingadores ou A Branca de Neve e o Caçador) é um bon vivant, que gosta de carros, de velocidade e de vencer mas, ainda mais de mulheres, bebida e festa. Do outro lado está Niki Lauda (Daniel Bruhl de Adeus Lenine, Sacanas sem lei ou 7 Dias em Havana). Este é um dos melhores filmes do ano, com emoção, duas interpretações fabulosas e, com a presença de algumas beldades, também elas atrizes de topo como Olivia Wilde, Alexandra Maria Lara ou Natalie Dormer.

 

Liberace foi um famoso pianista norte-americano de origem italiana e polaca. Para além do seu enorme talento era conhecido pela opulência das suas roupas, casas e estilo de vida. Apesar da sua homossexualidade ter sido sempre escondida, morreu de SIDA no final dos anos 80, deixando para trás um vasto rol de jovens e impressionáveis amantes. Este filme, conta com Michael Douglas como Liberace, numa extraordinária interpretação e com Matt Damon como Scott, seu amante mais marcante. Conheça as fragilidade do cintilante mito de uma das primeiras superestrelas do mundo da música.

A sonoridade quente, envolvente e profunda, que se mescla com a poderosa e lírica voz de Dani Klein, fazem deste um dos meus discos favoritos. Há na música de Vaya Con Dios um convite ao mergulho em dias cinzentos, chuvosos e tristes, à busca da memória, ao revivalismo. Para mim esta banda belga é tanto de boa música quanto de recordações de outras viagens, de outros hojes lá atrás.

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