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Arigato Campo Pequeno

por Francisco Chaveiro Reis, em 16.10.14

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 Umas das melhores opções lisboetas para comer bom sushi a um preço variado é o Arigato Campo Pequeno. Apesar de ter um considerável tamanho, está sempre cheio e a marcação é essencial. Depois, um fantástico buffett com sushi fresco e muito variado. Para compor, há pratos cozinhados como gyozas ou alguns fritos. Imperdível.

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U Chiado

por Francisco Chaveiro Reis, em 08.10.14

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Em pesquisa na internet, escolheu-se este U Chiado para o brunch num dia especial. Fica ali na Rua Duques de Bragança e soma pontos assim que se entra porta dentro. A decoração é mesmo o melhor da experiência. O brunch custa 16 euros e, mesmo contemplando o sumo de laranja natural, não inclui as águas. O pão é bom, o croissant igualmente e a manteiga aromatizada, queijos e carnes frias fazem o seu papel. Depois, os quentes. Ovo Benedict decente; salsicha e bacon eficazes e legumes grelhados que sabem bem. Há ainda batatas no forno e uns rolos folhados com salmão que fazem a diferença. O pior vem depois. Sem aviso, as panquecas (essenciais em qualquer brunch) são trocadas por uma madalena dura e sem graça). A explicação, vinda, da atabalhoada empregada é: "as panquecas eram alvo de reclamações". Depois, em vez das anunciadas bolas de Berlim mini, aparece um bolo de bolacha. A explicação:"já não sei o que dizer". O espaço é bonito e metade do brunch não é mau. Os doces e o serviço tudo estragam.

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Rubro

por Francisco Chaveiro Reis, em 03.10.14

 

 

Situado na Praça do Campo Pequeno (há muito boas razões para lá ir, que não as touradas) fica este simpático Rubro, de inspiração espanhola. O ideal é ir com amigos e pedir vários pratos para "picar". Primeiro, há sempre bom azeite. Pena que o pão que nos trazem para o molhar, não esteja à altura. Mas, adiante. Há uma bela seleção de cogumelos; de revueltos (os com espargos ganham aos outros) e, claro, as tradicionais batatas bravas carregadas de molhos. Tudo agradável. Mas, se se quer algo que fique na memória, que se vá para o carpaccio de buey. Para quem não se convence com petiscos, há carne da boa. Ver carta. O serviço é simpático e rápido. Dois petiscos por pessoa (de bom tamanho) e um copo de vinho, andam pelos 18 euros. Vale a pena.

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À Parte

por Francisco Chaveiro Reis, em 25.09.14

 

 

Ali para os lados do Saldanha, fica uma casa transformada em restaurante. Está sempre à pinha e vale pela bonita decoração. Parece a casa de uma avó requintada. A comida essa, é agradável mas não deslumbra. Comeu-se um risotto de perdiz com farinheira e grelos, no ponto, mas algo pesado para a noite (erro do comensál). Provou-se, um esparguete, al dente, com vieiras e uns legumes. Para o fim, parfait de chocolate branco com boa quantidade de frutos vermelhos. Uma experiência com interesse mas que não deslumbra.

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O Cantinho do Avillez

por Francisco Chaveiro Reis, em 24.09.14

 

 

Ontem jantou-se no Cantinho do Avillez. Espaço giro e acolhedor. Começou-se com os óptimos peixinhos da horta, estaladiços como poucos. Continuou-se com fantásticas empadinhas de pato. Havia, ainda, doce de tomate e azeitonas com limão para entreter. De seguida, as famosas lascas de bacalhau, adornadas com as mais famosas azeitonas explosivas. Prato que merece a fama. Provou-se, ainda, o bife tártaro. O melhor de Lisboa, bem acompanhado com batatas fritas, com queijo ralado e vinagre balsâmico. Por fim, já cheios, cheesecake num frasco, interessante e sublime, a avelã ao cubo: em gelado, em mousse e ralada. O serviço é rápido e simpático e, no geral, é uma experiência despretensiosa e muito deliciosa. Recomenda-se.

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À Margem

por Francisco Chaveiro Reis, em 09.08.14

 

 

Em Belém, perto do Hotel Altis e a três passos do Padrão dos Descobrimento, fica o simpático À Margem, local ideal para uma refeição leve ou para uma bebida na esplanada. O serviço é rápido e simpático e pode-se lanchar-se, almoçar ou jantar, tostas, saladas ou petiscos, enquanto se bebem originais sumos naturais. Para o fim, o melhor. As sobremesas, grandes e saborosas, fecham a experiêcnia com chave de ouro. Destaca-se a mousse de chocolate e o crumble de maçã.

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Cais da Pedra

por Francisco Chaveiro Reis, em 17.07.14

 

 

 

 

 

Situado em Santa Apolónia, em frente da estação e na rua do Lux ou da pizzaria Casanova (já nem falo do Bica do Sapato), o Cais da Pedra é o restaurante de hambúrgueres do chef Sá Pessoa. A ementa é chamativa, as empregadas bonitas e simpáticas e o espaço é agradável, tanto a sala coberta, como a esplanada. O problema é a comida. Não será o problema de ser má, apenas o problema de ser banal, algo que não se está à espera quando por trás do conceito está um chef renomado. Provaram-se os croquetes, banais, e o pão com azeite, banalíssimo. Depois, hambúrguer de salmão, insonso e, adivinhe-se...banal. O hambúrguer de frango (um bife da ave dentro de pão de hambúrguer) não era melhor. Igualmente sem graça mais dois hamburgueres de vaca pedidos. Para beber limonada e chá, ambos sofríveis. Não encanta e não é nada barato - 17 euros por pessoa.

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Brunch no Pau de Canela

por Francisco Chaveiro Reis, em 04.02.14

 

 

 

 

O brunch (invenção anglo-saxónica que junta o pequeno-almoço ao almoço) está na moda em Lisboa e o Pau de Canela (Praça das Flores) é um dos melhores locais para disfrutar dele. Por menos de 16 euros, pode servir-se de um extenso buffet vezes sem conta. Há ovos mexidos; bacon; salcichas; presunto e outras carnes frias; salmão; uma bela seleção de queijos e pães; croissants e uma bela variedade de doces, desde queques a arroz doce. Há, ainda, fruta e iogurte, sumos, café e chá. Garanta-se barriga bem cheia com produtos de qualidade.

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Medeia

por Francisco Chaveiro Reis, em 10.01.14

 

Nos dias que correm, parece que cada esquina de Lisboa tem um novo restaurantes de hambúrgueres. Estão na moda, mesmo que muitos sejam banais. Um que frequento há anos e anos e nunca desilude, pela quantidade, qualidade e boa relação qualidade/preço é o Medeia, no Monumental, ali no Saldanha, mesmo ao lado das bilheteiras do cinema. Há poucas coisas que me provocam tanto prazer como um hambúrguer Medeia seguido de um bom filme na mítica sala 4. Aconteceu ontem.

 

O restaurante é simples, sem grande decoração mas vale pela janela que dá para o Saldanha. Bonita vista da correria lisboeta, de dia ou de noite.

 

Mas, o melhor mesmo, são, claro, os hambúrgueres mesmo que existam bifes, saladas e sandes várias. O da minha eleição é o Medeia com queijo, bacon e ovo estrelado. Nada calórico. Destaco ainda o Rockfort, coberto com o queijo que lhe dá nome. Mas, há mais. Com ananás, com cogumelos e mais meia dúzia de opções que agradam a todos. Chegam num prato com pão de hambúrguer, uma generosa porção de batatas e uma boa salada.

 

Para acompanhar uma bela seleção de cervejas, nomeadamente as Grimbergen, Leffe , Duvel,  Budweiser ou Guiness. Por cerca de 8 euros por pessoa, é uma refeição simples, saborosa e ao alcance de muitas bolsas.

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A Cartuxinha

por Francisco Chaveiro Reis, em 02.01.14

 

Comer bem e barato parece tarefa difícil, ainda para mais quando se fala da noite da passagem de ano. Mas, ali na Mouraria (Rua das Farinhas, n.º 7) conseguiu-se comer muito e bem por menos de 13 euros sendo que cada prato (cerca de 6 euros) com um arroz à parte daria para duas pessoas. Comeu-se sobremesa e beberam-se cervejas, vinho e sangria. Trata-se de um pequeno resturante com comida de São Tomé e Príncipe e empregados amáveis e prontos a esclarecer dúvidas culturais. A Cartuxinha merece casa cheia todos os dias.

 

Rua das Farinhas, número 7

Arroz de gambas. Um pouco picante com muitas gambas.

 Cachupa. Um deliciosa combinção de feijão, milho e carnes.

 Entrecosto com banana frita.

 Muamba.

Verdadeira mousse de manga.

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