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Hunger Games 3 (2014)

por Francisco Chaveiro Reis, em 25.11.14

 

 

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Estreou-se, na semana passada, a terceira (de quatro) parte de Hunger Games. Desta feita, a nossa heroína Katniss (Jennifer Lawrence, uma das mais bonitas e talentosas atrizes que moram em Hollywood) está no Distrito 13, que se pensava extinto, a recuperar forças para ser o rosto e voz da revolução contra o Capitólio. É recebida pela líder do distrito, Presidente Coin (Julianne Moore) e continua a ter ao lado os seus mentores Plutarch (o último filme de P. Seymour Hoffman); Haymitch (Woody Harrelson) e Effie (Elizabeth Banks). Ao seu lado, nunca deixa de estar Gale (Liam Hemsworth), antigo amigo e vértice do triângulo amoroso de que Katniss e Peeta fazem parte.

Mas, recuemos. Neste mundo - Pandem - manda o Capitólio, cidade do Distrito 1, onde há riqueza e um ditador – President Snow (um Donald Sutherland em grande forma aos 79 anos). A paz nos 12 Distritos (quanto mais alto o número mais pobre é o distrito) mantém-se através do medo. E todos os anos se realizam os Hunger Games para perpetuar esse medo. Um casal de cada distrito é escolhido para lutar até à morte numa arena cheia de armadilhas. E os distritos assistem em direto, ao jeito reality show. Há até um host, na figura de Caesar (Stanley Tucci brilhante). Interessante ver como as tendências audiovisuais têm um papel determinante em Hunger Games. Neste terceiro capítulo, Katniss é seguida por uma equipa de filmagens (liderada pela bela Natalie Dormer) que transforma em propaganda todos os passos da rapariga que é a esperança da revolução.

Katniss entra na história ao se chegar à frente para participar nos Jogos. E acaba por vence-los. E não é sozinha que os vence. Pela primeira vez na história, existem dois vencedores. Ele e Peeta, do seu distrito para grande aborrecimento de Snow. No segundo filme os jogos regressam numa versão especial aberta a todos os vencedores de todas as edições dos Jogos. Katniss e Peeta a sobreviver, ficando o segundo na posse do poder.

E na terceira parte, Katniss, estropiada, vai recuperando aos poucos para se tonar no símbolo da revolução. Sem o ritmo dos outros dois, este acaba por ser um filme interessante que lança o quarto e último filme onde, previsivelmente, Snow cairá às mãos de Katniss.

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Tartarugas Ninja (2014)

por Francisco Chaveiro Reis, em 17.11.14

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 Um dos dias mais felizes da minha infancia foi quando juntei 1.500 escudos e comprei uma tartaruga ninja. Depois comprei um dos mauzões. Nessa altura, já tinha ido ao barracão cercalense a que se chamava cinema, ver Tartarugas Ninja (1990). Fiquei deliciado, claro está. Nunca me esqueci da cena em que Shredder se liberta da lixeira onde está enterrado, erguendo a mão. 21 anos depois do último filme (Tartarugas Ninja 3) chega aos cinemas este Tartarugas Ninja: Heróis Mutantes. Os bonecos, agora feitos a computador, perderam a piada e Megan Fox é uma pálida April O´Neill. As aventuras de Leonardo, Rafael, Michelangelo e Donatello pertecem aos anos 90. Era lá que deviam ter ficado.

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Gotham (2014)

por Francisco Chaveiro Reis, em 14.11.14

 

 

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Depois da triologia de C. Nolan seria de prever que ninguém, tão cedo, se atrevesse a pegar no universo Batman. Afinal, não é bem assim. B. Affleck prepara-se para ser o herói (há vida depois de C. Bale?) e estreou-se uma nova série: Gotham. Com um visual negro (à lá Frank Miller é que era mesmo a matar), quer contar a história de Gotham antes de Batman. Apresenta o pequeno Bruce Wayne (David Mazouz, revelação de Touch) a assistir à morte dos pais e a contar com a ajuda de James Gordon (Ben McKenize regressado dos mortos, sete anos após o fim de O.C.) para apanhar os maus. O interesse maior (único?) é ver o passado das personagens que tão bem conhecemos como Pinguin, Joker, Catwoman ou Poison Ivy.

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Get on up (2014)

por Francisco Chaveiro Reis, em 11.11.14

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Chadwick Boseman (42 ou Draft Day) é James Brown, músico norte-americano que influenciou a história da música para sempre. Boseman interpreta o Godfather of Soul com brilhantismo, imitando a sua voz, gestos e carisma. Para além da história interessante da vida de Brown e da interpretação superior de Boseman, pouco mais há para ver aqui. O filme cai em exageros fáceis e perde-se em viagens sucessivas ao passado.

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2014: Odisseia nos Limites do Homem

por Francisco Chaveiro Reis, em 10.11.14

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Christopher Nolan conquistou o mundo em 2000, com Memento. Continuou com O Terceiro Passo ou A Origem, intercalando com a mais recente e aclamada trilogia de Batman, em especial nos dois capítulos finais onde criou um Batman mais humano e vilões mais cruéis que nunca. Regressa agora, com este fabuloso Interstellar, que se arrisca a ser o filme do ano, ou seja, a ser banhado a ouro por uma pequena estatueta.

 

Nolan leva-nos ao Planeta Terra, algures num futuro não muito distante, onde a comida escasseia e grande parte da população se tornou agricultora para fazer face a esse flagelo. Mas, as sucessivas plantações vão tendo insucesso e percebe-se que, a cada dia que passa o planeta se torna inabitável. Neste ponto, o fim iminente do planeta tem como metáfora o pó. Pó aos quilos que tudo cobre como que a dizer aos homens que "ao pó voltaremos".

 

É neste cenário que vive Coop (M. McConaughey), antigo engenheiro e  astronauta, agora transformado em agricultor, uma vez que o conhecimento já não é valorizado, já que falta pão. Coop vive na sua quinta onde cultiva milho (todas as outras culturas falharam). Vive com o seu sogro Donald (John Lithgow), filho Tom (Tim Chalamet depois Casey Affleck) e filha Murph (McKenzie Foy depois Jessica Chastain, ambas fabulosas) que partilha o seu amor pela ciência e que se percebe ser uma criança extraordinária.

 

Um dia, quase por acaso (saberemos depois que isso é coisa que não entar nesta fita) través de uma estranha força no quarto da filha, que ele descreve como gravidade e ela como um fantasma, Coop e Murph são atraídos para um lugar perdido no meio do nada. Trata-se da NASA, numa nova versão  secreta onde Cooper conhece Brand (Anne Hathaway) e reencontra o pai desta, Professor Brand (Michael Caine) seu conhecido dos tempos de astronauta. E é aí que Cooper é escolhido para chefiar a equipa que irá explorar o espaço em busca de um novo lar para a raça humana. Lá está, não há coincidências aqui. A missão estava à sua espera, mesmo que ninguém o soubesse. É assim que Cooper deixa para trás os filhos, na esperança de ajudar a salvar o seu mundo. Anos antes, haviam sido enviados para o espaço 12 pioneiros. Cada um foi ter a um planeta e a missão de Coop e companhia é visitar os três mais promissores, encontrando nova casa para o Homem. O plano A é levar os homens que já existem, o B, mais provável, é o de criar uma colónia com embriões.

 

E é aqui que tudo começa. Nolan presenteia-nos com imagens e silêncios que misturam, na perfeição, os mundos de Stanley Kubrick (muitas vezes, parece que temos uma atualização da sua Odisseia no Espaço até com os robos falantes) e de Terence Malick, realizando aquele que será um dos filmes do ano e uma ode aos limites da sobrevivência humana e do desconhecido. Em quase três horas, temos momentos mortos e chatos; temos cenas e grande emoção e temos sempre uma narrativa sólida que sabe para onde vai (e o final é fantástico), mostrando-nos uma ideia de desconhecido. Genial.

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Kill Bill (2003-2004)

por Francisco Chaveiro Reis, em 04.11.14

 

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Revi, por acaso, o tomo dois de Kill Bill, quando passava na TV. Não envelheceu um dia e continua a ser um dos melhores e mais épicos filmes de sempre. Para ver e rever. A história, já se sabe, coloca-nos ao lado de The Bride, uma ex-assassina que só quer casar e ter filhos, vivendo uma pacata existência. Algo que Bill, mestre, patrão e amante, não aprova. Ele e um grupo de fieis escudeiros são chamadas a matar a ex-colega e todos aqueles de quem gosta. Acordada do coma profundo, põe-se a caminho da vigança.

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Fúria (2014)

por Francisco Chaveiro Reis, em 03.11.14

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 David Ayer (Velocidade Furiosa, Dia de Treino ou Fim de Turno) apresenta a história de cinco homens que viveram a guerra dentro de um tanque americano. Comandados por Don (Brad Pitt), três homens - Bible (Shia LeBoeuf), Grady (Jon Bernthal) e Gordo (Michael Pena) - lutam para se manter vivos nas últimas semanas de guerra, já em solo alemão. Se, por um lado, os alemães derrotados, tentam provocar os últimos estragos nos aliados, por outro, os americanos, cansados, querem apenas seguir em frente, mesmo que isso implique horrores como matar crianças/guerreiras. Já com o inocente Norman (Logan Lerman) a bordo do tanque, o grupo enfrenta uma última missão antes do descanso.

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